Aplicativo ou carro próprio: qual é melhor e por que?

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Em tempos de tecnologia, surge uma grande dúvida: ter carro próprio ou usar corridas de aplicativo? Embora adquirir um veículo seja uma meta da grande maioria dos brasileiros, a facilidade oferecida pelos aplicativos pode estar modificando um pouco esse ideal. Com preços muito melhores e serviços diferenciados, usar um aplicativo tem deixado os serviços de táxis para trás. Entretanto, quanto à compra de um veículo, ainda há dúvidas sobre a substituição.

Obviamente, a popularização desses serviços digitais, seus preços e comodidades são um bom atrativo para o abandono do sonho de compra. Contudo, é necessário que se faça, antes da decisão, a análise de alguns pontos importantes. Só depois, é seguro se decidir por uma ou outra questão. Afinal, tudo depende da necessidade de cada usuário.

Entre os principais pontos de análises, selecionamos os seguintes:

Gastos de um veículo

A primeira análise a ser feita é sobre os gastos de um veículo. Afinal, não se trata apenas de abastecimento de combustível, mas, manutenções, seguro, impostos, estacionamento, depreciação e outros. Tudo isso sem considerar os imprevistos a que um veículo está sujeito. Isso inclui multas, acidentes, roubos, etc.

Por isso, antes da decisão, é importante que o candidato a comprador esteja disposto e preparado para os demais custos, além da compra.

Tempo de deslocamentos

A análise sobre a compra de um veículo ou utilização de um aplicativo também passa pelo crivo do tempo gasto em deslocamentos. Quando dirige um veículo, o condutor está diretamente envolvido com a dinâmica do trânsito. Portanto, caso seus deslocamentos sejam constantes e difíceis, é possível que o envolvimento com tráfego lhe traga desconfortos e estresses. Por outro lado, enfrentar a situação e o tempo gasto no trajeto no banco do carona tem outros impactos. Sem estar envolvido com o trânsito, o passageiro pode dedicar seu tempo a leituras, ligações, e-mails ou descanso. Isso torna a viagem menos cansativa e mais produtiva.

Frequência de saídas

Aqui, a análise procede à análise anterior. Afinal,embora seja desgastante enfrentar um trânsito pesado e longo todos os dias, os custos são muito maiores se você o faz usando aplicativos. Por outro lado, se as viagens são feitas de forma espaçada, ou em trajetos curtos, o melhor é deixar o carro próprio na garagem.

Análise de destinos

Eis aqui outro ponto de fundamental análise. Quando os destinos a serem atingidos estão mais próximos ou não tão distantes, talvez seja interessante manter um carro próprio. Porém essa opção deve considerar também as condições gerais do trânsito no trajeto e a disponibilidade de locais para estacionamento.

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Se o destino em questão oferece boas opções de transporte público, a posse de um carro também pode ser considerada. Entretanto, se o usuário em questão tem hábitos de viagens automobilísticas, o ideal é que o faça em veículo próprio.

 

Dessa forma, se depreende que, para quem utiliza o carro diariamente para o trabalho ou outras atividades, talvez a melhor maneira de atendimento seja, realmente, a compra de um veículo. Se, por outro lado, o veículo é apenas um instrumento de passeio ou de necessidades eventuais, a sua manutenção acaba sendo mais cara do que a utilização de um aplicativo.

O conceito de necessidade relativo a depender de quem julga, por isso, o ideal é que cada um estabeleça o seu próprio valor de necessidade e tome a sua decisão baseado nela. Assim, é possível que a decisão seja mais acertada e mais eficiente.

Por fim, não há uma resposta definitiva para o uso de aplicativos ou manutenção de um veículo próprio. Afinal, para diferentes estilos de vida, há diferentes soluções. O ideal é que o interessado considere, além dos custos, o conforto, privacidade, eficiência e economia.

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