Parcelamento de multas: entenda tudo sobre essa nova definição.

parcelamento de multas

Você já tomou alguma multa? Muitas vezes a notificação chega em nossa casa quando menos esperamos. Anteriormente, alguns órgãos de trânsito faziam o parcelamento das multas por meio do documento de arrecadação. Agora, uma nova regra do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a Resolução nº 697, permite o parcelamento de multas no cartão de crédito. Quer saber como funciona? Explicaremos tudo neste post. Confira!

Parcelamento de multas

Com as novas definições sobre o parcelamento de multas, o responsável poderá quitar os valores com cartões de crédito e débito, inclusive as que estão vencidas, desde que não estejam inscritas na dívida ativa.

Os valores parcelados terão as devidas cobranças de juros aplicadas pelas bandeiras dos cartões utilizados. Mesmo que ninguém queira levar multas, essa opção auxilia no pagamento, uma vez que dá a oportunidade do infrator regularizar a pendência da melhor forma possível.

Como funciona

O pagamento parcelado é efetuado totalmente entre a operadora do cartão utilizado e o proprietário. Ou seja, o orgão de trânsito responsável continua recebendo os valores cobrados á vista. Dessa forma,  a regularização do veículo será imediata, não precisando o proprietário esperar o pagamento da ultima parcela para liberar as pendências do veículo

  • – Detrans;
  • – Prefeituras;
  • – Polícia Rodoviária;
  • – DER (Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem);
  • – DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Em algumas cidades, esses órgãos já ofereciam o parcelamento de multas. Embora eles eram feitos por documentos de arrecadação. Dessa forma, o condutor responsável pagava o primeiro boleto da dívida e assinava um termo de adesão. A partir disso, já era possível regularizar o veículo e obter o licenciamento ou fazer a transferência do mesmo. O que acontecia era que, para regularizar, os proprietários dos veículos pagavam essa primeira parcela e não quitavam o restante.

Apesar do parcelamento de multas já estar em vigor, ele não é um serviço obrigatório. Tanto que cada órgão deve habilitar as operadoras de cartões para oferecer o serviço.

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O que acontece se não pagar a multa?

Caso o condutor não pague uma multa, o registro do veículo é bloqueado. Ou seja, fica impedida a transferência de propriedade, assim como a renovação do licenciamento anual. De acordo com o CTB, Código de Trânsito Brasileiro, o órgão de trânsito responsável também pode cobrar extrajudicial ou judicialmente a quitação dos valores. Ele faz isso mediante inscrição na Dívida Ativa da Administração Pública.

Como evitar multas

Não existe nenhuma fórmula milagrosa para evitar multas. O certo é cumprir as leis de trânsito e evitar cometer infrações. Existem algumas dicas para ajudar os condutores.

– Faça revisão em seu veículo constantemente: certifique-se que o sistema elétrico, freios, suspensão, pneus, equipamentos de segurança, dentre outros, entejam funcionando perfeitamente;

– Ande sempre com a documentação em dia: Certificado de Registro Licenciamento Veículo (CRLV), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), dentre outros;

– Use a tecnologia: existem soluções tecnológicas que ajudam o condutor e evitam multas. O rastreador veicular é uma delas, sendo possível controlar a velocidade média do veículo, procurar melhores rotas, monitorar a manutenção preventiva, dentre outros.

O parcelamento de multas é uma solução que ajuda o motorista a quitar as suas dívidas. Você ficou com alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe o seu comentário!

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